segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Coisas que não gosto de ver em pessoas que trabalham no atendimento ao público.

Funcionários que atendem clientes e mascam partilha elástica como se fossem um animal ruminante. Nada discretos. E a meu ver, dá um terrível mau aspeto. 

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

O ser humano é algo muito complexo.

Às vezes quando mais penso na mente de algumas pessoas que me são próximas, menos as entendo e menos tolerância tenho para com elas. Não me entra na cabeça que pessoas que são as primeiras a cuscar a vida dos outros e a tentar saber isto ou aquilo, critiquem outras que também o fazem, sem entenderem que (se calhar) são exatamente iguais às pessoas que estão a criticar naquele preciso momento.


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Há que estabelecer prioridades na vida. Eu fiz as minhas.

Há uns belos meses, a minha rica patroa perguntou às funcionárias quem estava disposta a trabalhar em Agosto, uma vez que o número de miúdos reduz nesta altura do ano e não é necessário todas as funcionárias no ativo. Enchi-me de coragem e disse que caso fosse muito necessário, ela podia contar comigo mas a minha primeira escolha era não ir trabalhar em Agosto.
A decisão foi fácil de tomar para mim. 
Ora bem, o ano passado trabalhei uma semana em Agosto, gastei quase 40 euros em material que usei para fazer atividades com os miúdos (esses encargos não foram suportados pela diretora) e o que ganhei foi para pagar a segurança social. Fiquei quase louca, estava sozinha com um grupo de 12 miúdos, em que pelo menos 2 deles eram miúdos extremamente complicados, com diagnósticos daqueles bicudos. Tive de cozinhar para todos, fazer atividades, limpar tudo sozinha, abrir e fechar o centro, planear aqueles dias e as dinamizações que iria fazer. Tudo sozinha. 

Por isso, este ano pensei no quanto aquela semana foi demasiado penosa para mim. Quando digo que fiquei quase louca naquela semana, não estou a falar em sentido figurado. Não dormia em condições e, por isso, considero que há coisas que precisam de ser bem pensadas: a vida é feita de escolhas. 
Eu fiz a minha. 
Sei que fui comentada no trabalho ("é porque não precisa de ganhar dinheiro", disseram). Estando a recibos verdes, se não trabalho, não ganho. O dinheiro faz falta a todos. Mas a sanidade mental também. 

foto daqui*

segunda-feira, 31 de julho de 2017

A única criancinha que vou aturar no próximo mês é a minha filha. Nada mais.

Estou oficialmente de férias a partir das 19h30 de hoje. 
Um ano inteiro de trabalho com crianças e adolescentes é desgastante. E este período de férias de verão com eles sempre em modo on é sempre a cereja no topo do bolo. Entram muitos miúdos novos, que não estão habituados ao espaço, às regras, e é um desafio conciliar o gosto por estarem lá mas também a assimilação de tudo o que implica estar num espaço novo, onde não podem andar feitos loucos. Sim, porque estes miúdos hoje em dia falam alto, berram, fazem queixinhas por tudo e por nada. E isso, cansa, minha gente. E cansa. Gosto de trabalhar com miúdos mas não deixo de, em certos momentos, aspirar a um trabalho menos desgastante e menos exigente. Os miúdos é que mandam hoje em dia. E lidar com eles, com os pais, com uma patroa que só está bem dentro de um gabinete e não conhece a real realidade fora daquelas quatro paredes é algo que desgasta e me tira o sono. Ao que parece este mês, o meu estimado Apimentado já deu comigo a falar de noite imensas vezes como se estivesse a falar com os meus meninos. E por isso, chego a hoje com um peso nas costas que espero que se liberte não tarda nada para usufruir deste mês santo que amanhã chega. 


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Roupa perdida nos infantários: como ajudar.

Em Setembro a minha filha vai entrar para a pré. 
Vai ser uma volta na vida dela e na nossa. Claramente está a ser mais complicado para mim gerir isto do que para ela. As preocupações amontoam-se na minha cabeça: será que vai conseguir dormir de tarde sem a mãe/avó por perto? E na hora do almoço, como vai ser para comer carne? (a minha filha e a carne não são nada amigos)?
Mas depois penso: calma, calma, calma.
Ela vai ter de se adaptar e arranjar estratégias para superar estas novas situações (é isto que digo a mim mesma). E eu vou ter de saber lidar com a ansiedade de saber se ela lidará bem ou mal com tudo isto, mas sem tentar que ela perceba isso. 

Àparte estas preocupações, e trabalhando eu com miúdos bem mais crescidinhos que todos os dias deixam peças de roupa lá no trabalho, que por vezes andam perdidas dias/semanas, decidi precaver-me e encomendar etiquetas termoaderentes à Tiketa.  Se os meus miúdos que têm entre os 6 e os 12 anos deixam roupa esquecida e perdida no meu trabalho, fará crianças com 3 anos. As etiquetas podem-se pôr na roupa, calçado, mochila, batas, etc. O processo é bem simples, dá para escolher o texto a pôr, as cores, a entrega é super rápida e os preços são bem atrativos. 

Fiquei fã! 




Fotos retiradas do facebook do Tiketa


p.s. Não sendo eu uma blogger de sucesso, este post não é patrocinado. 
Trata-se de publicidade que faço de livre e espontânea vontade e 
que pode ajudar muitas mães por aí.