terça-feira, 16 de maio de 2017

Objetivo a médio prazo.

Sou católica. 
Não vou à missa todos os fins de semana. 
Mas tenho a minha fé. 
Uma fé que já me ajudou em muitas ocasiões e uma fé que me leva a agradecer todos os dias o que tenho. E na semana passada, li e ouvi algumas reportagens sobre pessoas que fizeram a sua caminhada a pé até Fátima.E cresceu (ainda mais) a vontade de, um dia, fazer a minha própria peregrinação a pé. A experiência deve ser avassaladora. E um dia, quero viver isso na primeira pessoa. 


domingo, 14 de maio de 2017

Sobre o Benfica, sobre Fátima e sobre o Salvador.

Uma pessoa habitua-se a ver só desgraças no telejornal.
Mas por estes dias, a única coisa menos boa vista na televisão (por mim) foram os festejos do Benfica. Sou portista desde sempre. Na minha adolescência, venerava os jogadores de futebol do Porto. [E os BackStreet Boys e os Excesso!] 
Independentemente da minha cor clubística, o Benfica  foi o merecido campeão deste ano. Soube aproveitar quando o Porto não aproveitou. Custa-me ver a "falta de alma" de alguns jogadores mas é o que temos. Gosto do Nuno Espírito Santo mas não posso negar que o treinador do Benfica parece-me alguém que merece esse sucesso. E não me venham falar das arbitragens. Não é isso que justifica o título de campeão do Benfica. 

À parte disso, os telejornais falam da vitória do Salvador. E eu, devo dizer, tinha as minhas dúvidas. Portugal estava rendido. Mas a Europa?! Toda a gente dizia que ele era o favorito mas não estava a imaginar votações de pessoas que não percebem uma palavra de português. Sim, o sentimento está lá mas no meio de tanto show of que é este festival, tinha as minhas dúvidas se iriam presentear o moço com tal prémio. Ainda bem que me enganei. 

Outro ponto alto destes dias foi a presença do Papa no nosso país. Dei por mim colada à televisão a ver tudo o que era reportagem sobre a visita deste grande homem.  

A parte chata de tudo isto?
Dentro de dias, os telejornais voltam ao normal. Com as notícias tristes que têm de ser divulgadas mas que nos põem a pensar que raio de mundo está a formar-se. Mas até lá, há que aproveitar a maré boa que os portugueses estão a atravessar. 

sábado, 6 de maio de 2017

Fica para a próxima.

Sábado que passou fui fazer uma prova de conhecimentos escrita para um concurso público que abriu numa câmara aqui perto, para a entrada de assistentes técnicos para as escolas do município. 
Gostava eu de dizer que a prova correu bem. 
Mas não. 
Era uma prova que incidia sobre legislação e era sem consulta. Estudei o que achava ser mais importante, sobretudo a legislação relativa ao exercício prático destes profissionais nas escolas e dei apenas uma vista de olhos (muito superficial diga-se de passagem) na Constituição da República Portuguesa, na Lei geral do trabalho em funções públicas, no Código do trabalho e no Código do Procedimento Administrativo. 
Achava eu que estas respetivas leis não seriam exploradas ao pormenor sobretudo porque se trata de legislação que, quiçá, nem os advogados sabem de cor e a prova era sem consulta. Quem é que consegue saber as noções mais importantes da Constituição da República Portuguesa, da Lei geral do trabalho em funções públicas, do Código do trabalho e do Código do Procedimento Administrativo de cor e salteado? 
Achava eu que ninguém. 
Mas vai-se a ver e quem fez a prova achava que nós devemos saber tais coisas. Saí da prova a pensar que foi tempo perdido. Se os postos de trabalho fossem para uma secretaria de uma escola, eu ainda podia perceber a pertinência de algumas questões feitas, mas... para assistentes técnicos? 

Por isso, fica a consciência de que fiz o meu melhor, mas que o meu nome certamente não constará da lista dos bem sucedidos na prova. 


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Gente adulta que não descarrega o autoclismo. Isto é para vocês.

Trabalho com crianças e posso afirmar, sem nenhuma dúvida, que descarregar o autoclismo é algo que parece ser muito difícil para eles.
No meu local de trabalho há miúdos dos 6 aos 15 anos e é rara a semana que não os tenha de relembrar que é importante descarregarem a sanita quando vou fazer o seu chichi ou cocó. Todos os dias vemos submarinos a boiar nas sanitas. Todos os dias, sem excepção.

Mas mais chateada fico (ou enojada, talvez seja esse o termo mais adequado) quando percebo que a minha patroa é uma pessoa que não sabe para que serve o autoclismo. Tem 44 anos. Não é nenhuma criança. E eu não tenho de ver o cocó dela. A meu ver, só há uma palavra para descrever isto: porquinha! 

Se para mim, já é complicado perceber porque raio os miúdos não descarregam o autoclismo, mais inaceitável é (na minha mente) que haja adultos que tenham esses mesmos hábitos. 

p.s. Em conversa com o Apimentado sobre isto, dizia-me ele que lá no trabalho 
também há dois homens já crescidinhos que também não descarregam o seu chichi 
(vá o seu cocó descarregam, menos mal!). Em que século vivemos nós? 

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Nunca quis tanto que um fim de semana prolongado chegasse ao fim.

Cá em casa somos felizes os três. Juntos. Somos o nosso núcleo duro.

Há dias de tudo, mas se estivermos os 3 juntos, tudo se aguenta. 
Por isso, neste fim-de-semana prolongado, a casa esteve mais vazia. O homem cá de casa foi para um congresso em trabalho de três dias, a empresa tem por hábito fazer isto uma vez por ano e escolhe sempre um fim-de-semana prolongado. Desta vez, ele não escapou e teve de ir. E percebo claramente que não sei viver sem ele por perto. Uma grande salva de palmas para as mulheres que conseguem aguentar quando os maridos vão para fora longos períodos de tempo. Não sei como conseguem. Por cá, três dias sem ele e parece que nada é igual. Parece que o tempo não passa e que não chega a hora de ele entrar por aquela porta.