terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Porque os pais também merecem tempo para eles.

Início do mês de Dezembro. 
Bilhetes comprados desde Outubro para ver os Commédia à la Carte no Teatro Sá da Bandeira. 
Aniversário da tia à tarde. 
Dia de convidar o padrinho e a madrinha do futuro baby que vem aí a caminho. 
Jantar no Porto, em boa companhia num restaurante super acolhedor. 
Inauguração da iluminação de Natal na cidade Invicta. 
Um frio de rachar mas um serão com César Mourão e companhia capaz de libertar as 10 milhões de células de mau humor que acumulo durante a semana. 

Repito a mim mesma vezes sem conta: tenho de fazer mais serões deste género. A bem da minha saúde mental. Às vezes acho que a vida anda a passar por mim e eu nem reparo nisso. E, para já, vamos conseguindo deixar a única filha na única avó disponível. Quando forem dois, a coisa vai complicar-se muito mais, por isso até lá, o melhor mesmo é aproveitar que depois, saídas a dois (ou com amigos) vão entrar novamente em decadência. 

domingo, 10 de dezembro de 2017

E o que vem aí no bico da cegonha?

Na primeira gravidez, soube que ia ter uma menina na ecografia das 12 semanas. Deram-nos praticamente 100% de certeza. 
Desta vez, demoramos bem mais tempo a saber o que viria por aí. 
Por um lado, se viesse uma menina, em termos de roupa e alguma logística, estava tudo bem mais facilitado. A irmã iria herdar os pertences da S. 
Mas por outro lado, se viesse um menino, ficávamos com um casal. E a S. sempre se deu melhor com os meninos do que com as meninas. 

Posto isto, o que queríamos mesmo é que a ecografia nos indicasse que estava tudo bem, independentemente de ser menino ou menina. O povo bem diz "o que importa é que venha com saúde" e vai-se a ver é mesmo verdade. Felizmente, parece estar tudo bem e soubemos que vem aí um rapaz para equilibrar a guerra dos sexos cá em casa. Assim, o pai vai deixar de ser o único homem por estes lados. Vamos acrescentar o azul ao reino cor de rosa aqui em casa*



domingo, 26 de novembro de 2017

Meti-me na Black Friday, grávida, e sobrevivi.

O ano passado foi a primeira vez que fui a uma Black Friday e. na altura, despachei praticamente todos os presentes de Natal e com uns descontos apetecíveis. 
Este ano, o objetivo passava também por comprar alguns presentes natalícios, mas o principal mesmo era aproveitar os descontos nas lojas há roupa pré-mamã. 

Com 22 semanas de gravidez, não há muito a fazer: pouca roupa consigo usar do tempo em que não estava grávida. E na primeira gravidez, por esta altura, já era primavera e a roupa que usei na altura é demasiado fresca para o agora inverno que se aproxima. 
Se há coisa que me custa é comprar roupa de grávida. Quando olho para o preço de algumas peças e penso no tempo futuro de uso dá-me dores na carteira. Depois de Março, arrumo tudo e quiçá, não voltarei a usar mais nada (isto partindo do pressuposto que não estarei grávida novamente no futuro). 

Posto isto, inspirei, expirei. Tinha mesmo de ser.
Saí do trabalho às 19h30 e lá fui eu, na sexta feira, a um shopping aqui perto. Estacionei muito mais facilmente que pensava. Em duas horas comprei roupa para mim na H&M e na C&A. Nem vi tanta confusão como aquela que estava à espera. Nas duas lojas havia 20% de desconto em tudo. Felizmente. Não sei se tenho roupa que aguente até ao final da gravidez mas pelo menos, saí do estado limite em que estava: nada ter para vestir, sobretudo partes de cima. 


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Sobre as moscas.

Se há animal que me chateia e irrita (excluindo desde já algumas espécies humanas que conheço) é as moscas. Ainda no outro dia, andava aqui por casa uma mosca irritante que me chateou a cabeça enquanto eu estava a tentar trabalhar no pc. 
Toca a sacudir e nada. 
Nunca a apanhei. 
Roguei-lhe umas quantas pragas, misturadas com outras tantas asneiras e nada. 
Ela ganhou a batalha. Chateou-me até eu abandonar o local e ir arejar para a cozinha à espera que ela saísse pela janela que entretanto abri para ver se a estúpida escapava por lá. 

Odeio moscas. Era só isso que tinha para vos contar hoje. 

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Onde anda a minha sanidade mental?

Não sei se é da gravidez. Ou se é mesmo da minha cabeça que já teve melhores dias, mas sinto que volta e meio, o meu tico e o teco entram em conflito e dá curto circuito.
Semana passada, no trabalho, fui fazer o meu chichi e eis que já vou a meio do processo, quando percebo que a sanita estava com a tampa fechada (estão a ver o resultado, não estão?!) p.s. em minha defesa devo dizer que nunca me sento nas sanitas fora de casa e portanto faço "chichi" a partir do primeiro andar, como costumo dizer. Portanto, acredito que se alapasse o rabo na tampa da sanita ia perceber que havia ali qualquer coisa a faltar, tal como levantar a tampa da sanitinha. 
No sábado fui trabalhar e passado pouco tempo de lá estar, dou por mim a sentir-me um bocado fraca e com muita fome. Rebobinei a memória e lembro-me de, em casa, ter posto a caneca com leite no micro ondas para aquecer mas depois não me lembro de mais nada. Quando cheguei a casa, fui confirmar e lá estava a caneca com leite dentro do micro ondas. Resultado: esqueci-me de tomar o pequeno almoço antes de sair de casa. 

Esperemos que os episódios tristes da minha cabeça fiquem por aqui.  

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Dar ou não prendas às educadoras dos nossos filhos: eis a questão.

Por aqui, estamos num dilema: 
damos ou não presentes, no Natal, à educadora e à auxiliar que está 
com a nossa filha na escolinha? 

O homem cá de casa não é muito a favor. Eu acho que, na época natalícia, receber um miminho é sempre bom. Falando por mim, onde trabalho, poucos são os miúdos que nos oferecem algo no Natal, mas quando o fazem, sabe sempre bem. 

E por aí, o que acham?