sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Que se passou contigo, William?

Quando era adolescente, os meus ídolos eram os jogadores de futebol, alguns cantores ao estilo dos Backstreet Boys e... o príncipe William. Na altura, ele tinha uns 16, 17 anos. Eu era 4 anos mais nova e achava-lhe um piadão. Era o príncipe encantado das histórias modernas. 
Entretanto, foi ficando mais velho, tal como todos nós. Lá por ser da realeza, a idade também lhe vai pesando e eis que agora desfolho as revistas ou leio as notícias e dou com um William velho e de certa forma, sem graça. 

Neste caso, não se pode aplicar a velha máxima: "É como o vinho do Porto, quanto mais velho, melhor!"



Dou por mim a olhar de forma muito mais interessada para a Kate do que para o William, quando aparecem os dois juntos. Mas vá, casar, ter 2 filhos (mais um a caminho) dá cabo da imagem de qualquer um :) 




quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

O ser humano gosta de guardar coisas. Até um dia.

A semana passada foi semana de arrumações cá em casa. 
E mais uma vez comprovei, a mim mesma, que periodicamente, devia de haver o dia do "destralhar". Talvez se fosse algo mais frequente de se fazer, não tinha chegado a este ponto. 
Comecei pela bijuteria e malas. O que já não uso, foi para dar. 
Passei pela gaveta dos medicamentos. Havia alguns cujo prazo de validade já tinha acabado em 2014. Expliquem-me lá porque raio tinha eu medicamentos de tal altura?! 
Voltei-me para a roupa. Há vestidos que já não uso inevitavelmente. Também foram para dar. Até a roupa interior foi passada a pente fino - o que já não uso foi para o lixo. 
Entretanto, chegou a vez do escritório. Aqueles dois montes de papéis ficaram impecavelmente organizados em inúmeras capas, todas etiquetadas, mas neste caso, todo o mérito é para o homem cá de casa que esteve quase dois dias a organizar a papelada. 

A casa ficou mais leve uns 20 quilos [e eu também, psicologicamente falando]. 




terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Não sei como há gente que sobrevive.

Isto é o que me passa sempre pela cabeça quando a funcionária do hipermercado diz em voz alta o valor que tenho a pagar quando vou lá fazer as compras, semanalmente. 
Se há despesa que pesa cá em casa é a conta mensal do hipermercado. E é nestas alturas que penso como é que há gente que tem dinheiro para comer e ter o básico na sua despensa. 
Já sei que há coisas que trago que se calhar em muitas casas deste país, são substituídas por produtos de marca branca, já sei que há famílias que só compram o estritamente necessário, mas... quando há filhos, a conta do hipermercado é abismal. 
Uma coisa era quando éramos dois, mas atualmente com três pessoas cá em casa (e futuramente quatro), a conta avoluma-se. Mesmo com promoções. 


Será que isto acontece só aqui?



sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Se este ano é marcado por festas, isso também significa "poupança zero"

O homem cá de casa, economista e bom entendedor de números e excel, faz sempre um ficheiro anual onde temos as previsões de gastos mensais, assim como o posterior cumprimento (ou não) das tais metas orçamentais domésticas inicialmente previstas.

Ele já me disse que, este ano, temos que nos portar bem. 
E ele tem razão. Senão vejamos:
- tudo indica que no próximo mês, passaremos a ser quatro cá em casa, em vez de três, com todas as despesas inerentes a um recém nascido e com parto previsto num hospital privado, cujo seguro de saúde não cobre;
- em maio, temos a primeira comunhão do nosso afilhado;
- em junho, gostaríamos de fazer o batizado do nosso elemento da família;
- em julho temos casamento, em que somos os padrinhos do noivo.

Até me dá uma coisinha quando penso no bolo total de despesas destes quatro "eventos". Por isso, por aqui, o lema é "controlo, controlo, controlo."

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Vem aí festa!

No final do ano que passou, fomos convidados para o casamento de dois grandes amigos que decidiram dar o grande passo no próximo mês de Julho. Ficamos muito contentes por eles e eu, que adoro casamentos (apesar do golpe que significa na carteira) fiquei feliz da vida por ter um este ano.
Há gente que tem dez mil casamentos todos os anos. Por aqui, eles são muito, muito raros. Casei há seis anos e meio e depois disso, só tive um casamento de uma amiga. Nada mais. 
Pois bem, este fim de semana eles vieram cá a casa e eis que nos convidaram para padrinhos de casamento. 
"Estão a brincar?" - Foi a minha reação. Fiquei boquiaberta, porque não estávamos de todo à espera deste convite adicional. E já agora, querem que a S. seja menina das alianças (essa parte vai ser mais difícil - a miúda já tinha dito que nem ao casamento da J. e do Z. queria ir, que queria era ficar em casa da avó).



Posto isto, eu que me queixava que nunca tinha casamentos, afinal vou ter um e ainda por cima, vou ser madrinha do casório. 
Eu que, basicamente, nunca fui madrinha de absolutamente nada!
A parte mais gira vai ser encontrar o vestido ideal para uma festa após 4 meses de ter sido mãe. Mas vamos lá com calma, Pimenta, vais ficar fit num instante - pensamento positivo!


domingo, 4 de fevereiro de 2018

Não há duas gravidezes iguais

Não há duas gravidezes iguais e, no meu caso, as decisões que tomei durante a minha primeira gravidez (e pós-parto) ensinaram a não ser tonta ao ponto de repetir essas mesmas decisões numa segunda gravidez. 

Se na primeira vez, trabalhei até à véspera do nascimento da S. e aos dois meses e meio da minha filha, retomei o trabalho, desta vez a coisa será bem diferente. 
Arrependo-me dessas decisões mas na altura pouco ou nada havia a fazer. O trabalhar até à véspera fez com que passasse do andar a 1000 à hora para o "estou em casa com a minha filha nos braços" e sinto que teria sido muito bom para mim ter havido ali um meio termo. 
E depois o voltar o trabalho com ela tão pequenina... 

E para quê? Que recompensas é que tive por ter abdicado do que a grande maioria das mães usufrui? Nenhumas. 

Por isso, aprendi. 
E desta vez, comuniquei a tempo e horas que viria para casa mais cedo e não na véspera do nascimento do meu filho. As razões são várias: trabalhar com crianças a um ritmo intenso 10 horas por dia, a barriga a pesar mais do que na primeira gravidez, as noites com insónias e acordada a pensar nisto ou naquilo não me permitem pensar em dar mais do que já dou agora. 
E não, não voltarei ao trabalho, passado dois meses e meio do meu filho nascer. Se existe uma licença de maternidade de, no mínimo, 4 meses é por alguma razão. Como praticamente todas as mães, irei usufruir do que a lei tem para mim. O meu filho precisará de mim. A minha entidade patronal nem tanto.